Eu pego esse homem

domingo, 1 de maio de 2011

No bilhete, entregue por Morris, o padrinho do casamento, estava escrito: “Querida Penny, não posso levar isto adiante. Desculpe, Bram”.

Em Eu pego esse homem (Editora Essência; 296 páginas), de Valerie Frankel, Penny Bracket é abandonada pelo noivo no dia do casamento, minutos antes do “sim”. A mãe da noiva, Esther, enfurecida, decide sequestrar o noivo em fuga, libertando-o do cativeiro somente depois que ele comesse cada grama do buffett que lhe custara 75 mil dólares.

Enquanto Penny curte sua dor de cotovelo ao lado da melhor amiga, Vita, a mãe tortura o ex-futuro genro e ainda precisa distrair o pai do noivo, Keith, para evitar uma investigação policial pelo sumiço de Bram e, consequentemente, uma condenação por sequestro e tortura, seguidos de uma tentativa de homicídio. [O noivo foi capturado com um golpe de champagne na cabeça].

Mas, como Esther não conhecia nenhum integrante da família Shiraz, ela não sabia que o pai do noivo era tão, tão atraente. Viúva há muitos anos, ela se envolve com o gatão de meia-idade e, por esta razão, se mete numa enrascada: ao mesmo tempo em que ela não podia esquecer do Bram encurralado no sótão da sua casa, ela não podia permitir a visita de Keith à sua casa.

Por outro lado, nesta confusão toda, a governanta Natasha tenta justificar à Penny o destino daquela comida toda nas principais refeições do dia: é um cãozinho faminto que, de quando em quando, aparece no quintal. Será que Penny acredita nesta história esfarrapada? E se ela descobrir o noivo no sótão? Ela continua a vingança ou perdoa-o pelo abondono?

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Leia um trecho do livro.

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Minha opinião:
“Amei, amei, amei! Esta história é muitíssimo engraçada e tem um quê de suspense. Dá vontade de roer todas as unhas! Os personagens se envolvem em cada tramoia que deixa o leitor naquela expectativa ansiosa para resolução dos fatos. Ainda bem que a autora conseguiu amarrar todas as pontas em um final surpeendente. Faltou dizer que: a leitura deste livro é tão gostosa que eu o devorei em um fim de semana!”.

3 comentários:

  1. Oie Dani, tudo bem?

    Adorei sua resenha, vou incluir na minha lista e quem sabe não compre o livro pois despertou muito a minha curiosidade!

    Beijos
    Blog; apaixonadaporromances

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  2. Oi, Dani!

    Gostei muito da resenha! Eu já estava com vontade de lê-lo, agora então...

    beijoO

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  3. Uau....adorei a resenha e estou com muita vontade de ler....que delícia de dica!!! valeu...bjim

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Entre aspas

A palavra amor é um eufemismo para abrandar um pouco a verdade ferina da palavra cio.
Fisiologicamente, verdadeiramente, amor e cio vêm a ser uma coisa só.
(Júlio Ribeiro, 1845-1890)

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