A sombra da lua

domingo, 3 de março de 2013


O romance policial A sombra da lua (Editora Arqueiro; 272 páginas), de John Stanford, conta a misteriosa série de homicídios na cidade interiorana de Bluestem – que até então não registrava nenhuma ocorrência do tipo há décadas. Virgil Flowers, o personagem principal, um investigador muito experiente em desvendar casos complexos, é convocado a esclarecer os fatos e prender o criminoso. Era sua primeira missão como membro do Departamento de Detenção Criminal de Minnesota.

Assim que chega à pequena cidade, Virgil se depara com um incêndio no alto de uma montanha, no qual o poderoso Bill Judd é morto. Sabe-se que nos anos 80, o velho Judd dera um golpe nos fazendeiros da região e, por conta disso, tornara-se um homem rico, sozinho e odiado por todos. Não bastasse isso, o velho era muito mulherengo, envolvendo-se até com mulheres casadas. Motivos pelos quais poderia justificar a morte por vingança. Mas qual o envolvimento entre as vítimas e o porquê das mortes, indaga-se o detetive.

Virgil percebe que, como em toda cidade pequena, a maioria dos moradores se conhece, o que torna todos suspeitos. E, para que sua missão seja exitosa, é preciso colher o depoimento de muitos deles, o que o coloca sob o risco de ser a próxima vítima - ainda mais quando se descobre que os assassinatos têm ligação direta com uma seita de fanáticos religiosos e com traficantes de drogas. Em meio à investigação mais difícil de sua carreira, Virgil se envolve amorosamente com a Joan Stryker, irmã do xerife, que também está na mira do assassino - e até sofre um atentado junto de Virgil.

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Leia um trecho do livro.

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Comentário:
“O romance policial não é o gênero literário que eu mais aprecio, mas posso dizer que a leitura deste livro foi tensa, embora agradável, por conta dos mistérios envolvendo as mortes e da investigação sendo feita passo-a-passo aos olhos do leitor. Simplesmente devorei o livro, pois eu queria descobrir logo quem era o autor dos assassinatos. Em meio à investigação, um romance para aliviar os nervos a flor da pele. Para mim, a melhor parte da história: o envolvimento do detetive com a irmã do xerife – que tem um quê de hilaridade”.

Um comentário:

Entre aspas

A palavra amor é um eufemismo para abrandar um pouco a verdade ferina da palavra cio.
Fisiologicamente, verdadeiramente, amor e cio vêm a ser uma coisa só.
(Júlio Ribeiro, 1845-1890)

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