O irresistível café de cupcakes

domingo, 17 de agosto de 2014

Fui atraída para leitura deste livro pelo título: O irresistível café de cupcakes (Editora Paralela; 288 páginas). De autoria de Mary Simses, o romance é tão gostoso quanto a própria guloseima. Os personagens principais formam um triângulo amoroso de tirar o fôlego, fazendo o leitor se posicionar e torcer por este ou aquele homem. Dá até vontade de bater palmas ou dar um soco – depende do homem que a mocinha escolhe, é claro! kkk

Ellen Brandford tem uma missão imposta por sua querida avó, ainda quando ela estava no leito da morte: entregar uma carta ao seu primeiro amor, na sua terra natal, a interiorana Beacon, nos Estados Unidos. Prontamente, Ellen atende ao último desejo da avó post mortem. Ela reserva um quarto na agradável Pousada Victory Inn por um fim de semana. Tão logo chega ao local, ela resolve desbravá-lo entre cafés e cupcakes.

Uma série de fatos muda o destino de Ellen – que parecia tão certo ao lado de Hayden Croft, o noivo com pretensões políticas [Um chato!]. Em contato com a população autóctone, pouco a pouco, os detalhes desconhecidos sobre o passado misterioso da avó são descobertos: o gosto pela pintura a óleo de paisagens, o envolvimento com a cultura local e o amor reprimido por Chet Cummings, o fazendeiro cultivador de blueberries.

***

Comentário:
“Agora eu fiquei doce, doce, doce, doce... kkk Este romance delicinha deve ser lido aos poucos para não acabar logo, pois a depressão pós-leitura é profunda. Eu simplesmente amei cada parágrafo lido, cada página virada. Como tudo tinha que ser resolvido em um fim de semana foi até angustiante. A expectativa pelo final feliz foi imensa, embora os personagens tenham sido tão envolventes quanto suas próprias histórias. Houve até uma relação de amor e ódio entre mim e eles. Mas, no fim, bati palminhas porque o que eu queria aconteceu!”.

Um comentário:

  1. Oi, Dani,

    Esse livro parece mesmo ser uma deliciosinha! Será uma das minhas próximas leituras!

    Bjo!

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Entre aspas

A palavra amor é um eufemismo para abrandar um pouco a verdade ferina da palavra cio.
Fisiologicamente, verdadeiramente, amor e cio vêm a ser uma coisa só.
(Júlio Ribeiro, 1845-1890)

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